Aprenda a fazer uma luminária ecológica

Acompanhe o passo a passo da foto para fazer uma luminária feita com caixas de leite ou suco.

Esta é uma excelente maneira de utilizar material reciclável para decoração, desta forma, você deixa a sua casa mais bonita e ajuda a preservar o meio ambiente.

Tatu Bola – O Mascote da Copa do Mundo de 2014 do Brasil

Vocês já viram o mascote da Copa do Mundo de 2014 aqui do Brasil? Será o tatu-bola, único que só existe no Brasil, nas regiões de Cerrado e Caatinga. Em função da caça predatória e destruição do habitat natural, é a espécie de tatu mais ameaçada de extinção no país. Atualmente, pode ser encontrado em Unidades de Conservação como o Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, e o Parque Ecológico do Jalapão, no Tocantins.

A ideia foi proposta pela ONG Associação Caatinga, que atua no Ceará e luta pela defesa do animal. Quando se sente ameaçado, ele se fecha na própria carapaça e forma uma bola – característica importante na escolha e que será aproveitada nos vídeos e animações publicitárias do evento. A Fifa também recebeu sugestões como onça, arara e jacaré.

Mapa da Vida mostra onde vivem os animais do planeta

Se você tem curiosidade de saber que animal corre o risco de aparecer no seu quintal ou quais espécies poderá encontrar na sua próxima viagem, o Mapa da Vida* ajuda a detectar os bichos que estão mais próximos de você. Criado a partir da plataforma do Google Maps pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, o Mapa da Vida informa a distribuição geográfica de quase 30 mil espécies de animais vertebrados – incluindo pássaros, anfíbios e mamíferos – e alguns peixes.

O mapeamento foi feito a partir de bancos de dados da GBIF*, WWF*, IUCN*, além de levantamentos de museus, listas regionais e observações de cientistas. A ideia é servir de guia não só para curiosos e nerds da natureza, mas profissionais, gestores da biodiversidade e organizações conservacionistas.

Para fazer uma busca, basta digitar o nome popular ou científico de uma espécie e filtrar pela fonte ou pelos tipos de levantamentos. Os usuários podem saber em que ambientes vivem os animais e outros locais específicos onde sua presença foi documentada. Também é possível clicar em um ponto do mapa (com o botão direito do mouse) e buscar a lista de espécies que estão num raio de até 300 km.

Mapa da Vida ainda está em desenvolvimento e deverá receber mais contribuições, inclusive sobre espécies de plantas e outros invertebrados. Mas já conta com o apoio da NASA e da National Science Foundation, entre outras instituições.

Acesse e comente aqui o que achou!

*Mapa da Vida
*GBIF
*WWF
*IUCN

Por Marina Franco
Fonte: super.abril.com.br

Sabão ecológico

Nesta seção iremos publicar dicas simples para viver bem de bem com o planeta.

Fazer produtos de limpeza: Sabão ecológico

 

Nas prateleiras dos supermercados podem encontrar-se todo o tipo de produtos de limpeza. O que o utilizador comum desconhece é que a grande maioria desses produtos podem conter substâncias nocivas para o ambiente. Uma solução é fazer em casa os nossos próprios produtos de limpeza, como por exemplo o sabão.

 Ingredientes:

– 1 kg de soda cáustica (NaOH)

– 2 litros de água

– 4 litros de óleo de frituras (excepto de peixe)

– 1 litro de álcool

– 5 ml óleo essencial

Recomendações:

– Não utilizar óleo da fritura de peixes e frutos do mar.

– Coar o óleo para separar as impurezas. Estas impurezas deverão ser colocadas no contentor dos indiferenciados.

– Manter uma distância segura quando efectuar a mistura da água com a soda cáustica e utilizar protectores para olhos e máscara para nariz e boca, pois o vapor resultante dessa mistura é muito forte.

Procedimento:

– Colocar no balde, 1 kg de soda cáustica e 2 l de água quente. Misturar com uma colher de pau até diluir totalmente. Não esquecer de usar luvas e óculos de protecção SEMPRE.

– Juntar 4 litros de óleo de frituras. Continuar a mexer com a colher de pau, durante cerca de 20 minutos.

– Acrescentar 1 litro de álcool, óleo essencial (caso se pretenda que o sabão fique perfumado) e elementos decorativos adicionais a gosto.

– Misturar tudo até se obter a consistência de pasta.

– Despejar esta mistura num caixote de madeira forrado com um pano limpo ou nas formas pretendidas.

– Acomodar a pasta no caixote.

– Deixar secar totalmente (pelo menos 24 horas)

– Cortar os pedaços de sabão no tamanho desejado.

viaDicas verdes.

George Solitário, última tartaruga da espécie, morre em Galápagos

QUITO, 25 Jun (Reuters) – George Solitário, a última tartaruga de sua espécie e um ícone de preservação ambiental, morreu no domingo de causas desconhecidas, afirmou o Parque Nacional de Galápagos. Acreditava-se que ele tinha cerca de 100 anos de idade.

George Solitário foi encontrado em 1972 e tornou-se um símbolo das Ilhas de Galápagos, no Equador, que atraíram cerca de 180 mil visitantes no ano passado.

“Esta manhã o guarda-florestal encarregado de cuidar das tartarugas encontrou George Solitário e seu corpo estava imóvel”, afirmou o chefe do Parque Nacional de Galápagos, Edwin Naula, à Reuters. “O ciclo da vida dele chegou ao fim”.

Solitário George

Acreditava-se que George tinha cerca de 100 anos de idade e era o último de uma espécie de tartarugas gigantes de La Pinta, uma das menores Ilhas de Galápagos, segundo o parque nacional.

As tartarugas gigantes de Galápagos, que podem viver até 200 anos, estão entre as espécies que ajudaram Charles Darwin a formular sua teoria da evolução no século 19.

O Parque Nacional do Arquipélago está considerando embalsamar o corpo de George para que ele seja exposto no parque, disse Naula.

Um porta-voz afirmou que o parque planeja levar adiante uma autópsia para determinar o que pode ter causado a morte da tartaruga.

Cientistas tentavam fazer com que George reproduzisse desde 1993, quando introduziram duas tartarugas fêmeas de subespécies diferentes em sua jaula. Elas puseram ovos duas vezes, mas eram inférteis.

As tartarugas foram caçadas por causa de sua carne por marinheiros e pescadores a ponto de chegar a extinção, enquanto seu habitat tem sido comido por bodes que foram trazidos do continente.

Cerca de 20 mil tartarugas gigantes vivem em Galápagos.

Por Alexandra Valencia e Eduardo Garcia
Via: http://noticias.terra.com.br

Biodiversidade Brasileira

O Brasil é um país de proporções continentais: seus 8,5 milhões km² ocupam quase a metade da América do Sul e abarcam várias zonas climáticas – como o trópico úmido no Norte, o semi-árido no Nordeste e áreas temperadas no Sul. Evidentemente, estas diferenças climáticas levam a grandes variações ecológicas, formando zonas biogeográficas distintas ou biomas: a Floresta Amazônica, maior floresta tropical úmida do mundo; o Pantanal, maior planície inundável; o Cerrado de savanas e bosques; a Caatinga de florestas semi-áridas; os campos dos Pampas; e a floresta tropical pluvial da Mata Atlântica. Além disso, o Brasil possui uma costa marinha de 3,5 milhões km², que inclui ecossistemas como recifes de corais, dunas, manguezais, lagoas, estuários e pântanos.

A variedade de biomas reflete a enorme riqueza da flora e da fauna brasileiras: o Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta. Esta abundante variedade de vida – que se traduz em mais de 20% do número total de espécies da Terra – eleva o Brasil ao posto de principal nação entre os 17 países megadiversos (ou de maior biodiversidade).

Além disso, muitas das espécies brasileiras são endêmicas, e diversas espécies de plantas de importância econômica mundial – como o abacaxi, o amendoim, a castanha do Brasil (ou do Pará), a mandioca, o caju e a carnaúba – são originárias do Brasil.

Mas não é só: o país abriga também uma rica sociobiodiversidade, representada por mais de 200 povos indígenas e por diversas comunidades – como quilombolas, caiçaras e seringueiros, para citar alguns – que reúnem um inestimável acervo de conhecimentos tradicionais sobre a conservação da biodiversidade.

Porém, apesar de toda esta riqueza em forma de conhecimentos e de espécies nativas, a maior parte das atividades econômicas nacionais se baseia em espécies exóticas: na agricultura, com cana-de-açúcar da Nova Guiné, café da Etiópia, arroz das Filipinas, soja e laranja da China, cacau do México e trigo asiático; na silvicultura, com eucaliptos da Austrália e pinheiros da América Central; na pecuária, com bovinos da Índia, equinos da Ásia e capins africanos; na piscicultura, com carpas da China e tilápias da África Oriental; e na apicultura, com variedades de abelha provenientes da Europa e da África.

Este paradoxo traz à tona uma ideia premente: é fundamental que o Brasil intensifique as pesquisas em busca de um melhor aproveitamento da biodiversidade brasileira – ao mesmo tempo mantendo garantido o acesso aos recursos genéticos exóticos, também essenciais ao melhoramento da agricultura, da pecuária, da silvicultura e da piscicultura nacionais.

Como se sabe, a biodiversidade ocupa lugar importantíssimo na economia nacional: o setor de agroindústria, sozinho, responde por cerca de 40% do PIB brasileiro (calculado em US$ 866 bilhões em 1997); o setor florestal, por sua vez, responde por 4%; e o setor pesqueiro, por 1%. Na agricultura, o Brasil possui exemplos de repercussão internacional sobre o desenvolvimento de biotecnologias que geram riquezas por meio do adequado emprego de componentes da biodiversidade.

Produtos da biodiversidade respondem por 31% das exportações brasileiras, com destaque para o café, a soja e a laranja. As atividades de extrativismo florestal e pesqueiro empregam mais de três milhões de pessoas. A biomassa vegetal, incluindo o etanol da cana-de-açúcar, e a lenha e o carvão derivados de florestas nativas e plantadas respondem por 30% da matriz energética nacional – e em determinadas regiões, como o Nordeste, atendem a mais da metade da demanda energética industrial e residencial. Além disso, grande parte da população brasileira faz uso de plantas medicinais para tratar seus problemas de saúde.

Por tudo isso, o valor da biodiversidade é incalculável.

Sua redução compromete a sustentabilidade do meio ambiente, a disponibilidade de recursos naturais e, assim, a própria vida na Terra. Sua conservação e uso sustentável, ao contrário, resultam em incalculáveis benefícios à Humanidade.

Neste contexto, como abrigo da mais exuberante biodiversidade do planeta, o Brasil reúne privilégios e enorme responsabilidade.

Fonte: http://www.mma.gov.br